Parte
I
Kap
1-10
CAPÍTULO
I
|
Resumo.-
O
direito reside na força. A liberdade
é uma idéia. O liberalismo.O ouro.
A fé. A autonomia. O
despotismo
do
capital. O inimigo interno. A multidão.A
anarquia. A política e a moral. O direito
do mais forte. O poder
judaico-maçônico é
invencível.O fim justifica os meios. A
multidão é cega.O alfabeto
político. As discórdias dos
partidos. A forma de governo que melhor conduz
ao nosso fim é a aristocracia. As bebidas
alcoólicas. O classicismo. A
devassidão. O princípio e as
regras do governo Judaico e franco-maçon.
O terror. Liberdade. Igualdade. Fraternidade. O
princípio do governo dinástico. A
destruição dos privilégios
da aristocracia dos cristãos.
Cálculo psicológico.
Abstração da liberdade.
Removibilidade dos representantes do
povo
|
- ABANDONANDO
toda e qualquer fraseologia, estudemos cada
idéia em si mesma e esclareçamos a
situação com comparações e
deduções.
Formularei, portanto, nosso sistema do nosso ponto de
vista e do ponto de vista dos cristãos.
É preciso ter em vista que os homens de maus
instintos são mais numerosos que os de bons
instintos. Por isso se obtém melhores
resultados governando os homens pela violência e
o terror do que com discussões
acadêmicas. Cada homem aspira ao poder, cada
qual, se pudesse, se tornaria ditador ; ao mesmo
tempo, poucos são os que não
estão prontos a sacrificar o bem geral para
conseguir o próprio bem.
Quem conteve as feras chamadas homens? Quem os guiou
até agora? No princípio da ordem social,
submeteram-se à força bruta e cega, e
mais tarde, à lei, que é essa
força mascarada. Concluo, pois, de acordo com a
lei da natureza, que o direito reside na força
(1).
A liberdade
política é uma idéia e não
uma realidade. É preciso saber aplicar essa
idéia, quando for necessário atrair as
massas populares ao seu partido com a isca duma
idéia , se esse partido formou o
desígnio de esmagar o partido que se acha no
poder (nota: ex: Rev. Francesa). Esse problema
torna-se fácil, se o adversário recebeu
esse poder da idéia de liberdade, do que se
chama liberalismo, e sacrifica um pouco de sua
força a essa idéia. E eis onde
aparecerá o triunfo de nossa teoria: as
rédeas frouxas do poder serão logo
tomadas, em virtude da lei da natureza, por outras
mãos porque a força cega do povo
não pode ficar um dia só sem guia, e o
novo poder não faz mais do que tomar o lugar do
antigo enfraquecido pelo liberalismo.
Nos dias
que correm, o poder do ouro substituiu o poder dos
governos liberais. Houve tempo em que a fé
governou. A liberdade é irrealizável ,
porque ninguém sabe usar dela dentro de justa
medida. Basta deixar algum tempo o povo governar-se a
si mesmo para que logo essa autonomia se transforme em
licença. Então, surgem
dissensões que em breve se transformam em
batalhas sociais, nas quais os Estados se consomem e
em que sua grandeza se reduz a cinzas.
Se o Estado
se esgota nas suas próprias convulsões
ou se suas comoções intestinas o
põem a mercê dos inimigos externos, pode
ser considerado irremediavelmente perdido; caiu em
nosso poder. O despotismo do capital, intacto entre
nossas mãos, aparece-lhe como uma tábua
de salvação, à qual, queira ou
não queira, tem de se agarrar para não
ir ao fundo.
Aquele cuja alma
liberal quiser considerar esses raciocínios
como imorais, perguntarei: se todo Estado tem dois
inimigos, e se lhe é permitido, sem a menor
pecha de imoralidade, empregar contra o inimigo
externo todos os meios de luta, como, por exemplo,
não lhe dar a conhecer seus planos de ataque ou
defesa, surpreendê-lo à noite ou com
forças superiores, porque essas mesmas medidas,
usadas contra um inimigo pior, que arruinaria a ordem
social e a propriedade, seriam ilícitas e
imorais?
Um
espírito equilibrado poderá esperar
guiar com êxito as multidões por meio de
exortações sensatas e pela
persuasão, quando o campo está aberto
à contradição, mesmo
desarrazoada, mas que parece sedutora ao povo, que
tudo compreende superficialmente? Os homens, quer
sejam ou não da plebe, guiam-se exclusivamente
por suas paixões mesquinhas, suas
superstições, seus costumes, suas
tradições e teorias sentimentais:
são escravos da divisão dos partidos que
se opõem a qualquer harmonia razoável.
Toda decisão da multidão depende duma
maioria ocasional ou, pelo menos, superficial; na sua
ignorância dos segredos políticos, a
multidão toma resoluções absurdas
; e uma espécie de anarquia arruina o
governo.
A política nada tem de comum com a moral. O
governo que se deixa guiar pela moral não
é político, e portanto, seu poder
é frágil. Aquele que quer reinar deve
recorrer à astúcia e à
hipocrisia. As grandes qualidades populares -
franqueza e honestidade - são vícios na
política, porque derrubam mais os reis dos
tronos do que o mais poderoso inimigo. Essas
qualidades devem ser os atributos dos reinos
cristãos e não nos devemos deixar
absolutamente guiar por elas.
Nosso fim
é possuir a força. A palavra "direito"
é uma idéia abstrata que nada justifica.
Essa palavra significa simplesmente isto: "Dai-me o
que eu quero, a fim de que eu possa provar que sou
mais forte do que vós". Onde começa o
direito, onde acaba?
Num Estado em que o
poder está mal organizado, em que as leis e o
governo se tornam impessoais por causa dos
inúmeros direitos que o liberalismo criou, veio
um novo direito, o de me lançar, de acordo com
a lei do mais forte, contra todas as regras e ordens
estabelecidas, derrubando-as; o de por a mão
nas leis, remodelando as instituições e
tornando-me senhor daqueles que abandonaram os
direitos que lhes dava a sua força, renunciando
a eles voluntariamente, liberalmente...
Em virtude da atual fragilidade de todos os poderes,
nosso poder será mais duradouro do que qualquer
outro, porque será invencível até
o momento em que estiver tão enraizado que
nenhuma astúcia o poderá destruir...
Do mal passageiro que
ora somos obrigados a fazer nascerá o bem dum
governo inabalável, que restabelecerá a
marcha regular do mecanismo das existências
nacionais perturbadas pelo liberalismo. O resultado
justifica os meios. Prestamos atenção
aos nossos projetos, menos quanto ao bom e ao moral do
que quanto ao útil e ao
necessário.
Temos diante de nós um plano, no qual
está exposto estrategicamente a linha de que
não nos podemos afastar sem correr o risco de
ver destruído o trabalho de muitos
séculos.
Para achar os meios que levam a esse fim, é
preciso ter em conta a covardia, a instabilidade, a
inconstância da multidão, sua
incapacidade em compreender e discernir as
condições de sua própria vida e
de sua prosperidade. É necessário
compreender que a força da multidão
é cega, insensata, sem raciocínio, indo
para a direita ou para a esquerda (2). Um cego
não pode guiar outro cego sem levá-lo ao
precipício ; do mesmo modo, os membros da
multidão, saídos do povo,- embora
dotados de espírito genial, por nada entenderem
de política não podem pretender
guiá-la sem perder a nação.
Somente um indivíduo
preparado desde a meninice para a autocracia é
capaz de conhecer a linguagem e a realidade
políticas. Um povo entregue a si
próprio, isto é, aos ambiciosos do seu
meio, arruina-se na discórdia dos partidos,
excitados pela sede do poder, e nas desordens
resultantes dessa discórdia. É
possível às massas populares raciocinar
tranqüilamente, sem rivalidades intestinas,
dirigir os negócios de um país que
não podem ser confundidos com os interesses
pessoais? Poderão defender-se dos inimigos
externos? É impossível. Um plano,
dividido por tantas cabeças quantas há
na multidão, perde sua unidade, tornando-se
ininteligível e irrealizável.
Somente um autocrata
pode elaborar planos vastos e claros, pondo cada cousa
em seu lugar no mecanismo da estrutura governamental.
Concluamos, pois, que um governo útil ao
país e capaz de atingir o fim a que se
propõe, deve ser entregue às mãos
dum só indivíduo responsável. Sem
o despotismo absoluto, a civilização
não pode existir ; ela não é obra
das massas, mas de seu guia, seja qual for (3). A
multidão é um bárbaro que mostra
sua barbárie em todas as ocasiões.
Logo que a multidão se apodera da liberdade,
transforma-a em anarquia, que é o mais alto
grau de barbárie.
Vede esses animais embriagados com aguardente,
imbecilizados pelo álcool, a quem o direito de
beber sem limites foi dado ao mesmo tempo que a
liberdade. Não podemos permitir que os nossos
se degradem a esse ponto... Os povos cristãos
estão sendo embrutecidos pelas bebidas
alcoólicas ; sua juventude está
embrutecida pelos estudos clássicos e pela
devassidão precoce a que a impelem nossos
agentes, professores, criados, governantes de casas
ricas, caixeiros, mulheres públicas nos lugares
onde os cristãos se divertem. (4). No
número das últimas, incluo também
as mulheres de boa vontade a devassidão e o
luxo das perdidas.
Nossa palavra de ordem é: Força e
Hipocrisia. Somente a força pode triunfar na
política, sobretudo se estiver escondida nos
talentos necessários aos homens de Estado. A
violência deve ser um princípio ; a
astúcia e a hipocrisia, uma regra para os
governos que não queiram entregar sua coroa aos
agentes de uma nova força. Esse mal é o
único meio de chegar ao fim, o bem. Por isso
não nos devemos deter diante da
corrupção, da velhacada e da
traição, todas as vezes que possam
servir as nossas finalidades. Em política,
é preciso saber tomar a propriedade de outrem
sem hesitar, se por esse meio temos de alcançar
o poder. Nessa
conquista pacífica, nosso Estado tem o direito
de substituir os horrores da guerra pelas
condenações à morte, menos
visíveis e mais proveitosas para conservar o
terror (5) que obriga os povos a obedecerem cegamente.
Uma severidade justa, mas inflexível, é
o maior fator da força dum Estado ; não
é somente nossa vantagem, porém nosso
dever, para obter a vitória, seguir esse
programa de violência e hipocrisia. Semelhante
doutrina, baseada no cálculo, é
tão eficaz quanto os meios que emprega.
Não só por esses meios, mas
também por essa doutrina de severidade,
nós triunfaremos e escravizaremos todos os
governos ao nosso supremo governo (6). Bastará
que se saiba que somos inflexíveis para que
cesse toda
insubordinação.
Fomos nós os primeiros que, já na
antigüidade (7), lançamos ao povo as
palavras "Liberdade, Igualdade, Fraternidade" (8),
palavras repetidas tantas vezes pelos papagaios
inconscientes que, atraídos de toda a parte por
essa isca, dela somente tem usado para destruir a
prosperidade do mundo, a verdadeira liberdade
individual, outrora tão bem garantida dos
constrangimentos da multidão. Homens que se
julgavam inteligentes não souberam desvendar o
sentido oculto dessas palavras, não viram que
se contradizem, não repararam que não
há igualdade na natureza, (9), que nela
não pode haver liberdade, que a própria
natureza estabeleceu a desigualdade dos
espíritos, dos caracteres e das
inteligências, tão fortemente submetidos
às suas leis ; esses homens não sentiram
que a multidão é uma força cega ;
que os ambiciosos que elege são tão
cegos em política quanto ela ; que o iniciado,
por mais tolo que seja, pode governar, enquanto que a
multidão dos não-iniciados, embora cheia
de gênio, nada entende da política. Todas
essas considerações não
abrolharam no espírito dos cristãos ;
entretanto, é nisso que repousa o
princípio dinástico dos governos ; o pai
transmite ao filho os segredos da política,
desconhecidos fora dos membros da família
reinante, a fim de que ninguém os possa trair.
Mais tarde, o sentido da transmissão
hereditária dos verdadeiros princípios
da política se perdeu. O êxito de nossa
obra aumentou.
Todavia, no mundo, as palavras Liberdade, Igualdade,
Fraternidade puseram em nossas fileiras, por
intermédio de nossos agentes cegos,
legiões inteiras de homens que arvoraram com
entusiasmo nossos estandartes. Contudo, tais palavras
eram os vermes que roíam a prosperidade dos
não-judeus, destruindo por toda a parte a paz,
a tranqüilidade, a solidariedade, minando todos
os alicerces de seus Estados. Vereis pelo que se
segue como isso serviu ao nosso triunfo ; isso nos
deu, entre outras cousas, a possibilidade de obter o
triunfo mais importante, isto é, a
abolição dos privilégios, a
própria essência da aristocracia dos
cristãos, o único meio de defesa que
tinham contra nós os povos e as
nações. (10). Sobre as ruínas da
aristocracia natural e hereditária, elevamos
nossa aristocracia da inteligência e das
finanças. Tomamos por critério dessa
nova aristocracia a riqueza, que depende de
nós, e a ciência, que é dirigida
por nossos sábios.
Nosso triunfo foi ainda
facilitado pelo fato de, nas nossas
relações com os homens de quem
precisamos, sabermos tocar as cordas mais
sensíveis da alma humana : o cálculo, a
avidez, a insaciabilidade dos bens materiais, todas
essas fraquezas humanas, cada qual capaz de abafar o
espírito de iniciativa, pondo a vontade dos
homens à disposição de quem
compra sua atividade.
A idéia abstrata
da liberdade deu a possibilidade de persuadir
ás multidões que um governo não
passa de gerente do proprietário do
país, que é o povo, podendo-se
mudá-lo como se muda de camisa.
A removibilidade dos
representantes do povo coloca-os à nossa
disposição ; els dependem de nossa
escolha.
Notas e
comentários
(1) é o conceito judaico do direito
naturalista de Espinoza. A conferir com a famosa
declaração, em discurso, de Stalin:
"Nós, os comunistas, não reconhecemos
nenhuma lei moral que de qualquer modo prejudique a
liberdade de ação do plano central
da revolução".
Esta declaração dos "Protocolos",
de que o direito reside na força, está
de acordo com o Talmud, que, segundo as palavras do
Prof. Cohen, em abril de 1833, citadas às
páginas 62 e 63 do "Lichststrahlen am den
Talmud", ("raios de luz do Talmud"),
de Dinter, "deve ser considerado, ainda hoje, como a
única fonte da moral judaica" e como "a fonte
judaica das leis judaicas". O escritor judeu Kadmi
Cohen, com efeito, no seu livro "Nômades",
págs. 52-53, diz que " o direito
talmúdico nega o fato e exalta a vontade". Cita
o próprio texto talmúdico que completa o
conceito de residir o direito na força: Ein
davar havened Bifnei haraçon, o que quer
dizer: Nada pode resistir à vontade. Em
contraposição, o direito
romano-cristão se baseia em três
preceitos morais: Honeste vivere, viver
honestamente; neminem laedere, não lesar
a ninguém; e suum cuique tribuere, dar o
seu ao seu dono. A diferença é
substancial e evidente.
(2)Cf.
René Guénon, "La crise du monde
moderne", edição Bossard, Paris, 1927,
pág. 185 : "A massa, sem dúvida, foi
sempre conduzida deste ou daquele modo, podendo-se
concluir, porque ela não passa dum elemento
passivo, que é uma matéria no sentido
aristotélico".
(3)Cf. E.
Eberlin, escritor judeu, no "Les Juifs
d'Aujourd'hui", edição Rider, Paris,
1927, pág. 41: "A alta burguesia judaica
pretende impor seus pontos de vista, aonde possa,
à massa popular". (Eles mesmo
admitindo...)
(4) O
tráfico das brancas e dos entorpecentes
(já na época), a
prostituição em larga escala,
devidamente industrializada (já na
época), é obra reconhecidamente judaica.
Há uma sociedade internacional denominada "Zwig
Migdal", que explora esse rendoso negócio e
contra a qual têm sido impotentes as
polícias dos Estados Modernos, corrompidos ou
judaizados e liberais. Ver a
documentação reveladora em Julio
Alsogaray, "La prostitutión en Argentine", ed
Denoel et Steele, Paris.
(5) O papa Bento
XV compreendeu isso admiravelmente e preveniu a
cristandade em sua epístola Motu Proprio: "Eis
que amadurece a idéia e que a todos os piores
fatores de desordem ardentemente se devotam e da qual
esperam a realização, o advento duma
República Universal, baseada nos
princípios da igualdade absoluta dos homens e
na comunhão dos bens, da qual seja banida
qualquer distinção de nacionalidades e
que não reconheça nem a autoridade do
pai sobre os filhos, nem a do poder público
sobre os cidadãos, nem a de Deus sobre a
sociedade humana. Postas em prática, tais
teorias devem desencadear um regime de inaudito
terror"....
(6) A
República Universal, sem autoridade, isto
é, com a violência no lugar da
autoridade, a que aludiu Bento XV.
(7)Cf.
Kadmi-Cohen,"Nômades", pág. 72: "Assim,
nos corações semitas, para falar como
Ibn Kaldun, floresciam como realidades vivas a
Liberdade e a Igualdade, esses dois princípios
gêmeos que, depois não passaram de letras
maiúsculas inscritas nos preâmbulos das
constituições e na fachada dos
edifícios públicos".
(8) Cf. Bernard
Lazare, "L'Antisemitisme", vol II, págs
175-176: "...os judeus acreditaram, não somente
que a justiça, a liberdade e a igualdade podiam
ser soberanas do mundo, mas se julgaram com a
missão especial de trabalhar para esse reino.
Todos os desejos, todas as esperanças que estas
três idéias faziam nascer acabaram por se
cristalizar em torno duma idéia central: a dos
tempos messiânicos."
(9) Ver
René Guénon, "Orient et Ocident",
pág. 64: "O preconceito quimérico da
igualdade vai de encontro aos fatos mais bem
estabelecidos na ordem intelectual como na ordem
física: é a negação de
toda a hierarquia natural e o rebaixamento de todo o
reconhecimento ao entendimento limitado do
vulgo".
(10) Um autor
judeu reconhece isso, Jack London, quando
escreve à página 206 do "Le Peuple de
L'Abime": "Os grandes senhores feudais de antanho,
gigantes louros da história, marchavam à
frente nas batalhas. Sacrificavam sua pessoa, lutando
duramente para ganhar suas esporas de ouro, fendendo
os inimigos ao meio. Havia mais nobreza em manejar a
espada de gume de aço do que em enriquecer,
como hoje, comodamente sem risco, à custa do
embrutecimento humano e da exploração
feroz dos párias da vida".
CAPÍTULO
II
|
Resumo.
-
As
guerras econômicas
são
a base
da supremacia judaica. A
administração
visível
e os "Conselheiros Secretos". O
êxito
das
doutrinas destruidoras. A
assimilação
na
política. O papel da imprensa.O
preço do
ouro e
o valor das vítimas
judaicas
|
- PRECISAMOS
que as guerras não dêem, tanto quanto
possível, vantagens territoriais(1).
Transportada, assim, a guerra para o terreno
econômico, as nações verão
a força de nossa supremacia (2), e tal
situação porá ambas as partes
à disposição de nossos agentes
internacionais, que têm milhares de olhos e que
nenhuma fronteira pode deter. Então, nossos
direitos internacionais apagarão os direitos
nacionais, no sentido próprio da
expressão, governando os povos, do mesmo modo
que o direito civil dos Estados regula as
relações entre seus
súditos.
Os administradores, escolhidos por nós no povo,
em razão de suas aptidões servis,
não serão indivíduos preparados
para a administração do
país.Assim, facilmente se tornarão
peões de nosso jogo, nas mãos de nossos
sábios e geniais conselheiros, de nossos
especialistas, educados desde a infância para
administrar os negócios do mundo inteiro (3).
Sabeis que nossos especialistas reuniram as
informações necessárias para
administrar segundo nossos planos, tirando-as das
experiências da história e do
estudo de todos os acontecimentos
notáveis.
Os cristãos(4) não se guiam pela
prática de observações imparciais
tiradas da história, mas pela rotina
teórica, incapaz de atingir qualquer resultado
real. Por isso, não devemos contar com eles ;
que se divirtam ainda durante algum tempo, vivendo de
esperanças ou de novas diversões,
ou ainda da saudade dos divertimentos que tiveram.
Deixemo-los acreditar na importância das leis
científicas que lhes inculcamos - meras
teorias. É com esse fim que constantemente
aumentamos por intermédio de nossa imprensa sua
confiança cega nessas leis. A classe
intelectual dos cristãos ficará cheia de
orgulho com esses conhecimentos, e sem os examinar
logicamente, porá em ação todos
os dados dessa ciência reunidos pelos nossos
agentes para guiar seu espírito pelo rumo que
precisamos.
Não julgueis nossas afirmações
sem base ; reparai no êxito que soubemos criar
para o Darwinismo, o Marxismo, o Nietzchismo. Pelo
menos para nós, a influência
deletéria dessas tendências deve ser
evidente (5).
Temos necessidade de contar com as idéias, os
caracteres, as tendências modernas dos povos
para não cometermos erros na política e
na administração dos negócios.
Nosso sistema, cujas partes podem ser expostas
diferentemente segundo os povos que encontremos em
nosso caminho, somente pode dar resultado se sua
aplicação for baseada nos resultados do
passado confrontados com o presente.
Os Estados modernos possuem uma grande força
criadora : a imprensa. O papel da imprensa consiste em
indicar as reclamações que se dizem
indispensáveis, dando a conhecer as
reclamações do povo, criando
descontentes e sendo seu
órgão.
A imprensa encarna a liberdade da palavra. Mas os
Estados não souberam utilizar essa força
e ela caiu em nossas mãos(6). Por ela,
obtivemos influência, ficando ocultos;
graças a ela, ajuntamos o ouro em nossas
mãos, a despeito das torrentes de sangue e de
lágrimas que nos custou conseguí-lo...
Resgatamos isso, sacrificando muitos dos nossos.
Cada uma de nossas vítimas, diante de Deus,
vale milhares de cristãos.
Notas e
comentários
(1) Discurso do maçon Corneau, grau 33,
presidente do Conselho da Ordem do Grande Oriente na
França, na sessão de 28 de junho de
1917, do Congresso Maçônico em Paris : "A
guerra se transformou em formidável luta das
democracias organizadas contra as potências
militares e despóticas." No mesmo discurso,
afirmou que a guerra não passava de simples
etapa da Revolução Social. A
confissão de que a guerra é desencadeada
pelas forças ocultas mediante um plano
de ação desconhecido se encontra no
mesmo Congresso Maçônico, no discurso do
maçon Lebey, Secretário da Ordem: "De
Waterloo a Sedan, de Sedan ao Marne, de Lafayette a
Washington e de Washington ao Presidente Wilson e ao
Marechal Joffre, uma lógica obscura parece
levar o mundo a um fim ignorado. " (note de quem
parte tais declarações). V.
Valéry-Radot , "Les temps de la colère"
, e Leon de Poncins, "La dictadure des puissances
occultes", edição Beauchesne, Paris ,
1934, págs 196-197.
(2) Essa
supremacia está confirmada pelo judeu Bernard
Lazare, no seu livro "L'Antisemitisme", vol. II,
pág. 253, com estas palavras :
"Constituídos num corpo solidário, os
judeus abrem facilmente caminho na sociedade atual,
relaxada e desunida. Se os milhões de
cristãos que os rodeiam praticassem o apoio
mútuo em lugar da luta egoísta, a
influência do judeu seria logo esmagada; mas
não o praticam e o judeu deve,
senão dominar, como dizem os anti-semitas, ter
o máximo das vantagens sociais e exercer essa
espécie de supremacia contra a qual o
anti-semitismo protesta, sem a poder abolir, porque
ela depende não só da classe burguesa
judaica, mas da classe burguesa
cristã."
(3)H.de Balzac,
"Les illusions perdues", tomo III: "Há duas
histórias, a oficial, mentirosa, e a secreta,
em que estão as verdadeiras causas dos
acontecimentos". É por essa razão que
René Guénon diz o seguinte à
pág 25 de "Orient et Occident": "A verdadeira
história pode ser perigosa para certos
interesses políticos".
(4) Empregamos a
palavra cristão e cristãos todas as
vezes que encontramos no texto dos protocolos os
termos judaicos "goy" e " goiym".
Segundo o erudito Saint-Yves
d'Alveydre, no "L'Archéometre", assim os
hebreus designam "O povo inorgânico privado de
organização direta em proveito dum
Estado político que lhe imponham letrados
parasitários". Esse significado
quadra admiravelmente bem com o pensamento dos
"Protocolos".
(5) René
Guénon observou e estudou admiravelmente esta
questão da ciência que nos é
imposta de acordo com os "Protocolos". Consultar
"Orient et Occident", pág.20 :"Negando ou
ignorando todo conhecimento puro ou supra-racional, a
ciência abriu caminho que devia levar
lógicamente, dum lado, ao positivismo e ao
agnosticismo, que produzem a mais estreita
limitação da inteligência e seu
objeto: do outro, a todas as teorias sentimentalistas
e voluntariosas que se esforçam em criar no
infra-racional o que a razão não lhes
pode dar." Idem, pág.65: "A meia ciência
assim adquirida, (pela
vulgarização), é mais nefasta
do que a ignorância pura e simples, pois mais
vale nada saber do que estar com o espírito
abarrotado de idéias falsas..."
(6) O
domínio do judaísmo na imprensa, nas
agências de informação, de
publicidade e distribuição de livros e
jornais é notória.
CAPÍTULO
III
|
Resumo
-
A
serpente simbólica e
sua
significação.
Instabilidade do
equilíbrio
onstitucional.
O terror nos
palácios.
poder
e a ambição. As máquinas de
falar
dos
parlamentos, os panfletos. Os abusos do poder. A
escravidão econômica. "A verdade do
povo".
Os
açambarcadores e a aristocracia. O
exército
dos
franco-maçons judeus. A
degenerescência
dos
cristãos. A fome e o direito do capital.
A vinda e a coroação do "Senhor
Universal".
O objeto
fundamental do programa das
futuras
escolas
populares dos
franco-maçons.
O
segredo da ciência da ordem
social.
Crise
econômica geral. Segurança dos
"nossos".
O
despotismo dos franco-maçons é o
reinado da
razão.
Perda dum guia. A franco-maçonaria
e
a
"grande" revolução francesa. O rei
déspota é do sangue de
Sião.
Causas
da invulnerabilidade
da franco-maçonaria. A
Liberdade.
|
POSSO
hoje anunciar-vos que estamos perto do fim. Ainda um
pouco de caminho e o círculo da Serpente
Simbólica, que representa nosso povo, será
encerrado. Quando esse círculo se encerrar, todos
os Estados estarão dentro dele, fortemente
emoldurados. O equilíbrio constitucional
será em breve destruído, porque o temos
falseado, a fim de que não cesse de inclinar-se
para um lado e outro até gastar-se completamente
(1). Os cristãos julgavam ter construído
bem solidamente esse equilíbrio e esperavam que os
pratos da balança continuassem no mesmo
nível. Mas, infelizmente para os cristãos,
as pessoas reinantes são rodeadas por seus
prepostos, que fazem tolices e se deixam levar pelo seu
poder sem controle e sem responsabilidade. Devem esse
poder ao terror que reina nos palácios. As pessoas
reinantes, não tendo mais contacto com seu povo,
nada podem concertar com ele, fortalecendo-se contra os
indivíduos que aspiram ao poder. A força
clarividente das pessoas reinantes e a força cega
do povo, divididas por nós, perderam sua
importância ; separadas, são tão
cegas como um cego sem o seu bordão (2)
Para impelir os ambiciosos a abusar do poder, opusemos
umas às outras todas as forças,
desenvolvendo todas as suas tendências liberais
para a independência... Encorajamos para esse fim
todas as tendências, armamos todos os partidos e
fizemos do poder o alvo de todas as
ambições. Transformamos os Estados em
arenas onde reinam os distúrbios... Dentro de
pouco tempo, as desordens e bancarrotas surgirão
por toda a parte (3).
Os falastrões inesgotáveis transformaram as
sessões dos parlamentos e as reuniões
administrativas em prélios oratórios.
Jornalistas audaciosos e panfletários
cínicos atacam diariamente o pessoal
administrativo. Os abusos do poder, finalmente,
prepararão a queda de todas as
instituições, e tudo será
destruído pela multidão enlouquecida.
Os
povos estão mais escravizados ao trabalho pesado
do que no tempo da servidão e da
escravidão. É possível livrar-se de
um modo ou de outro da escravidão e da
servidão. É possível compactuar com
ambas. Mas é impossível livrar-se da
miséria. Os direitos que inscrevemos nas
constituições são fictícios
para as massas ; não são reais. Todos esses
pretensos ""direitos do povo" somente podem existir no
espírito e são para sempre
irrealizáveis. Que vale para o proletário
curvado sobre seu trabalho, esmagado pela sua triste
sorte, o direito dado aos falastrões de falar, ou
o direito concedido aos jornalistas de escrever toda
espécie de absurdos misturados com cousas
sérias, desde que o proletariado não tira
das constituições outras vantagens
senão as miseráveis migalhas que lhe
lançamos de nossa mesa em troca dum
sufrágio favorável às nossas
prescrições, aos nossos prepostos e aos
nossos agentes? Para o pobre diabo, os direitos
republicanos são uma ironia amarga: a necessidade
dum trabalho quase cotidiano não lhe permite
gozá-los ; em compensação, tiram-lhe
a garantia dum ganho constante e certo, pondo-o na
dependência das greves, dos patrões e dos
camaradas.
Sob a nossa direção, o povo destruiu a
aristocracia, que era sua protetora e sua ama de leite
natural, porque seu interesse era inseparável do
interesse do povo. Agora que a aristocracia foi
destruída, ele caiu sob o jugo dos
açambarcadores, dos velhacos enriquecidos, que o
oprimem de modo impiedoso.
Nós aparecemos ao operário como os
libertadores desse jugo, quando lhe propusermos entrar
nas fileiras do exército de socialistas (4) ,
anarquistas e comunistas que sempre sustentamos sob o
pretexto de solidariedade entre os membros de nossa
franco-maçonaria social. A aristocracia, que
gozava de pleno direito do trabalho dos operários,
tinha interesse em que os trabalhadores estivessem
fartos, fossem sadios e fortes. Nosso interesse, ao
contrário, é que os cristãos
degenerem. Nosso poder reside na fome crônica, na
fraqueza do operário, porque tudo isso o escraviza
à nossa vontade, de modo que ele fique sem poder,
força e energia de se opor a ela. A fome dá
ao capital mais direitos sobre o operário do que a
aristocracia recebia do poder real e legal.
Pela miséria e o ódio invejoso que dela
resulta, manobramos as multidões e nos servimos de
suas mãos para esmagar os que se oponham aos
nossos desígnios.
Quando chegar a hora de ser coroado nosso soberano
universal, essas mesmas mãos varrerão todos
os obstáculos que se lhe anteponham.
Os
cristãos perderam o hábito de pensar fora
de nossos conselhos científicos. Por isso,
não enxergam a necessidade urgente de fazer o que
nós faremos, quando chegar o nosso reinado, isto
é, ensinar nas escolas primárias a primeira
de todas as ciências, a única verdadeira das
ciências da ordem social, da vida humana, da
existência social, que exige a divisão do
trabalho, e por conseguinte, a divisão dos homens
em classes e condições (5).
É preciso que cada um saiba que não pode
existir igualdade em virtude das diversas atividades a
que cada qual é destinado ; que todos não
podem ser igualmente responsáveis perante a lei ;
que, por exemplo, a responsabilidade não é
a mesma naquele que, pelos seus atos, compromete toda uma
classe, e naquele que somente atinge a sua honra. A
verdadeira ciência da ordem social, em cujo segredo
não admitimos os cristãos, mostraria a
todos que o lugar e o trabalho de cada um devem ser
diferentes, para que não haja uma fonte de
tormentos em conseqüência da falta de
correspondência entre a educação e o
trabalho. Estudando essa ciência, os povos
obedecerão de boa vontade aos poderes e à
ordem social estabelecida por eles no Estado. Ao
contrário, no estado atual da ciência, tal
qual a fizemos, o povo, acreditando cegamente na palavra
impressa, em conseqüência dos erros insinuados
à sua ignorância, é inimigo de todas
as condições que julga acima dele, porque
não compreende a importância de cada
condição.
Essa inimizade aumentará ainda em virtude da crise
econômica que acabará por parar as
operações da Bolsa e a marcha da
indústria.
Quando criarmos, graças aos meios ocultos de que
dispomos por causa do ouro, que se acha totalmente em
nossas mãos, uma crise econômica geral,
lançaremos à rua multidões de
operários, simultaneamente, em todos os
países da Europa. (6)
Essas multidões por-se-ão com
voluptuosidade a derramar o sangue daqueles que invejam
desde a infância na simplicidade de sua
ignorância e cujos bens poderão então
saquear (7)
Elas não tocarão nos nossos, porque
conheceremos de antemão o momento do ataque e
tomaremos medidas acauteladoras. (8)
Afirmamos que o progresso submeteria todos os
cristãos ao reinado da razão. Será
esse o nosso despotismo, que saberá acalmar todas
as agitações com justas severidades,
extirpando o liberalismo de todas as
instituições.
Quando o povo viu que lhe faziam tantas concessões
e complacências em nome da liberdade, julgou que
era amo e senhor, e se lançou sobre o poder ;
porém, naturalmente, foi de encontro, como um
cego, a muitos obstáculos ; pôs-se a
procurar um guia, não teve a idéia de
voltar ao antigo e depôs todos os poderes aos
nossos pés. Lembrai-vos da revolução
francesa, a que demos o nome de "grande" ; os segredos de
sua preparação nos são bem
conhecidos, porque ela foi totalmente a obra de nossas
mãos (9).
Desde então, levamos o povo de
decepção em decepção, a fim
de que renuncie mesmo a nós, em proveito do
rei-déspota do sangue de Sião, que
preparamos para o mundo (10).
-
Atualmente somos invulneráveis como
força internacional, porque quando nos atacam
em um Estado, somos defendidos nos outros. A
infinita covardia dos povos cristãos, que
rastejam diante da força, que são
impiedosos para a fraqueza e para os erros,
porém indulgentes para os crimes, que
não querem suportar as
contradições da liberdade, que
são pacientes até o martírio
diante da violência dum despotismo ousado, tudo
isso favorece nossa independência. Sofrem e
suportam dos primeiros ministros de hoje abusos pelo
menor dos quais teriam decapitado vinte reis.
Como explicar tal fenômeno e tal
incoerência das massas populares em face dos
acontecimentos que parecem da mesma natureza ?
Esse fenômeno se explica pelo fato de fazerem
esses ditadores - primeiros ministros - dizerem
baixinho ao povo que, se causam mal aos Estados, isto
é com o fito de realizar a felicidade dos
povos, sua fraternidade internacional, a
solidariedade, os direitos iguais para todos.
Naturalmente, não se lhe diz que essa unidade
será feita sob nossa autoridade.
E eis como o povo condena os justos e absolve os
culpados, persuadindo-se cada vez mais que pode fazer
o que lhe der na veneta. Nessas
condições, o povo destrói toda
estabilidade e cria desordens a cada passo.
A palavra "liberdade" põe as sociedades humanas
em luta contra toda força, contra todo poder,
mesmo o de Deus e o da natureza. Eis porque, no nosso
domínio, excluiremos essa palavra do
vocabulário humano por ser o princípio
da brutalidade que transmuda as multidões em
animais ferozes. É verdade que essas feras
adormecem logo que se embriagam com sangue, sendo,
então, fácil encadeá-las. Mas se
não lhes der sangue, não adormecem e
lutam (11).
Notas e
comentários
(1) Esse equilíbrio é a famosa Harmonia
dos poderes, tão ao agrado dos
constitucionalistas modernos. O poder, que é um
só, foi dividido em três, e às
vezes, em quatro: judiciário,legislativo,
executivo e moderador. Na luta pela
imposição da ordem, ou dos interesses,
fatal e naturalmente um deles se hipertrofia e se
sobreleva os outros. Daí a
situação falsa que se cria nos Estados,
não correspondendo a realidade governamental
nunca ao que teoricamente a constituição
preceitua.
(2) Eberlin,
escritor judeu, "Les Juifs", pág.191 : "Os
judeus estão em toda a parte. Não passam
de 1% da população terrestre, e todavia,
são os iniciados e os primeiros adeptos de
qualquer obra política, econômica e
social".
(3) É
preciso não esquecer - declara o
imparcialíssimo G. Batault em "Le
problème Juif", págs. 55-56, "que a
história da civilização há
dois mil anos é dominada por uma luta sem
tréguas, com diversas alternativas e reveses,
entre o espírito judaico e o espírito
greco-romano".
(4) E. de
Leveleye, "Le socialisme contemporain", Paris, 1902,
pág. 49, nota: "Os israelitas foram quase por
toda a parte os iniciadores ou os propagadores do
socialismo". A mesma opinião se encontra em
Michels, "Les partis politiques", Paris, 1914,
pág. 180: "O movimento socialista
contemporâneo, apesar de seu rótulo, de
suas pretensões científicas e de sua
fraseologia tomada de empréstimo aos costumes e
ao gosto do tempo, deve ser considerado, do ponto de
vista ideológico, como uma espécie de
movimento messiânico, porque está todo
imbuído de concepções judaicas,
todo penetrado de espírito israelita e nele
os judeus exercem tão grande papel que se pode
dizer preponderante."
(5) Porque os
movimentos nacionalistas e corporativistas ensinam
isso, os judeus e seus sócios de empreitada,
judaizantes, judaizados e altos maçons os
odeiam de morte
(6) A
realização dessa profecia documenta a
veracidade dos "Protocolos". Com efeito, segundo os
cálculos fidedignos de F. Fried em "La fin du
capitalisme", havia, no mundo em 1931, vinte e dois
milhões de desempregados!!!(**lembrando a
população mundial da época, nos
países industrializados**) O resultado foram as
chamadas "marchas da fome" por toda a
parte...
(7) Confira-se o
que se passou na Itália, antes de Mussolini; na
Alemanha, antes de Hitler; na Inglaterra, na
França, na Áustria, na Espanha, nos
Estados Unidos. Compare-se com as várias
marchas da fome em diversos países. Será
possível negar a evidência do plano
revelado dezenas de anos antes?
(** o mesmo vale para os dias atuais. Confira a
realização exata do plano nos dias
atuais, um século depois.Como poderiam 2
obsuros agentes da polícia secreta Czarista
prever com precisão absoluta um século?
Como os judeus podem negar o livro se eles cumprem
exatamente todas as ações descritas
nele???E sempre mantendo a mesma
direção??Como negar um
FLAGRANTE?**)
(8) Confira-se
com as medidas acauteladoras dos bens dos Rothschild
durante os incêndios e saques da Comuna de
Paris, em 1871, segundo Salluste, "Les Origines
Secrètes du Bolchevisme".
(9) A
pág. 102 da notável obra "Les temps de
la colère", Valéry-Radot chama as
revoluções liberais da Europa, sem
exceção, "revoluções
judaicas". Tem toda a razão. Senão
vejamos: Na "Iudische Rundschau", revista
judaica, nº4, de 1920, o líder judeu Dr.
Caim Weissmann afirma categoricamente: "Nossa
força construtiva se transformará em
força destrutiva e poremos o mundo
inteiro em estado de fermentação"
É preciso dizer mais alguma coisa?
Não há mais clara
confirmação dos "Protocolos" pela pena
de um próprio judeu!O judeu Marcus Elias
Ravage, num artigo do nº de janeiro de 1928 do
"Century Magazine" assegura: "Tomai as três
principais revoluções dos tempos
modernos, a revolução francesa, a
norte-americana e a russa. Serão outra coisa
senão o triunfo da idéia judaica de
justiça social, política e
econômica?"
Outra vez uma declaração sem
comentários.
Recorramos ao judeu Bernard Lazare, no seu livro
"L'Antisémitisme", vol. I, pág. 247: "A
Assembléia constituinte obedeceu ao
espírito que a guiava desde suas origens,
quando a 27 de setembro de 1791, declarou que os
judeus gozariam em França dos direitos de
cidadãos..." No vol. II, pág.7-8, "Esse
decreto estava preparado de longa data, preparado pelo
trabalho da comissão nomeada, pelos escritos de
Lessing e Dohm, pelos de Mirabeau e Gregoire.
Era o resultado lógico dos esboços
tentados desde alguns anos pelos judeus e os
filósofos. Mendelsohn, (o judeu Ben
Moisés), na Alemanha, fora seu promotor, e
mais adiante, defensor. E foi em Berlim, nos
salões de Henriqueta de Lemos (judia de
origem portuguesa), que Mirabeau se
inspirou no convívio de Dohm".
No mesmo volume, pág. 9: "A judiaria se reunia
em Berlim com a mocidade revolucionária
alemã nos salões de H. de Lemos e de
Raquel de Varnhagen (outra judia)"
À pág. 48, Bernard Lazare completa suas
magníficas revelações: "Antes de
tudo, a Revolução Francesa foi uma
revolução econômica. Se pode ser
considerada o termo duma luta de classes, deve-se
também ver nela o resultado duma luta entre
duas formas de capital, o capital imobiliário e
o capítal-móvel, o capital real e o
capital industrial e agiota. Com a supremacia da
nobreza desapareceu a supremacia do capital rural, e a
supremacia da burguesia permitiu a supremacia do
capital industrial e agiota. A
emancipação do judeu está ligada
à história da preponderância desse
capital industrial.
O caráter internacional e judaico da
Revolução Francesa não escapou,
há mais de um século, à
observação do cavalheiro de Malet, na
sua obra "Recherches historiques et politiques qui
prouvent l'existence d'une secte
révolutionnaire, son antique origine, son
organisation, ses moyens, ainsi que son but; et
devoilent entierèment l'unique cause de la
Révolution Française", Paris,
edição Gide Fils, 1817. Eis o que ele
diz: "Existe uma nação especial que
nasceu e cresceu nas trevas, no
meio de todas as nações civilizadas, com
o fim de submetê-las todas ao seu
domínio". (escrito em 1817!)
O imparcialíssimo Batault escreve à
página 148 de seu livro já citado:
"Depois, veio a Revolução Francesa, que
trouxe aos judeus sua emancipação na
França e a preparou ao estrangeiro." Daí
as revoluções judaicas de
Valéry-Radot, confirmadas em Graetz, em
"Histoire des Juifs", vide págs. 418-421: "A
revolução de 1848 trouxe novas melhoras
à situacão dos judeus, tendo seu reflexo
em Viena e Berlim, provocando a completa
emancipação dos judeus da Áustria
e Alemanha; alguns mesmo foram eleitos deputados. Essa
revolução teve consequências
favoráveis para eles até na
Rússia e nos Estados do Papa."
(10) "La litterature des pauvres dans la Bible", do
escritor judeu Isidoro Loeb, Paris, 1882, pág.
218: "Com ou sem o Rei-Messias, os judeus serão
como o centro da humanidade, em torno do qual
se reunirão os gentios, depois de sua
conversão a Deus. A unidade da humanidade se
fará pela unidade religiosa"
(100% de acordo com os protocolos.)
(11) Para isso,
os judeus atiçadores de
revoluções não tem poupado o
sangue dos cristãos. Vide as
estatísticas das vítimas do terror na
França, da Tcheka (**futura KGB**) na
Rússia, de Bela-Kun na Hungria, das
Astúrias, etc... Lede esta
declaração do judeu bolchevista
Lunatcharsky: "Nós amamos o ódio!
devemos pregar o ódio. Só por ele
poderemos conquistar o mundo."
CAPÍTULO
IV
|
Resumo.-
As
diversas fases duma
república.
A
franco-maçonaria externa. A liberdade e a
fé.
A
concorrência internacional do
comércio e da
indústria.
O
papel da especulação. O culto do
ouro.
|
- TODA
república passa por diversas fases.(1) A
primeira compreende os primeiros dias de loucura dum
cego que se atira para a direita e para a esquerda. A
segunda é a da demagogia, de onde nasce a
anarquia; depois vem inevitavelmente o despotismo,
não um despotismo legal e franco, mas um
despotismo invisível e ignorado, todavia
sensível ; despotismo exercido por uma
organização secreta, que age com tanto
menos escrúpulo quanto se acoberta por meio de
diversos agentes, cuja substituição
não só a não a prejudica, como a
dispensa de gastar seus recursos, recompensando longos
serviços.
Quem poderá derrubar uma força
invisível? Nossa força é assim. A
franco-maçonaria externa serve unicamente para
cobrir nossos desígnios ; o plano de
ação dessa força, o lugar que
assiste, são inteiramente ignorados do
público.
A própria liberdade poderia ser inofensiva e
existir no Estado, sem prejudicar a liberdade dos
povos, se repousasse nos princípios da
crença em Deus, na fraternidade humana, fora da
idéia de igualdade contrariada pelas
próprias leis da criação , que
estabelecem a subordinação.Com tal
fé, o povo se deixaria governar pela tutela das
paróquias e marcharia humilde e tranquilo sob a
direção de seu pastor espiritual,
submetido à distribuição divina
dos bens deste mundo. Eis porque é preciso que
destruamos a fé, que arranquemos do
espírito dos cristãos o próprio
princípio da Divindade e do Espírito, a
fim de substituí-lo pelos cálculos e
pelas necessidades materiais (2).
Para que os
espíritos dos cristãos não tenham
tempo de raciocinar e observar, é
necessário distraí-los pela
indústria e pelo comércio. Desse modo,
todas as nações procurarão suas
vantagens e, lutando cada uma pelos seus interesses,
não notarão o inimigo comum. Mas para
que a liberdade possa, assim, desagregar e destruir
completamente a sociedade dos cristãos,
é preciso fazer da especulação(3)
a base da indústria. Desta forma, nenhuma das
riquezas que a indústria tirar da terra
ficará nas mãos dos industriais, mas
serão sorvidas pela especulação,
isto é, cairão nas nossas burras.
A luta ardente pela supremacia, os choques da vida
econômica criarão e já criaram
sociedades desencantadas, frias e sem
coração.Essas sociedades terão
uma profunda repugnância pela política
superior e pela religião. Seu único guia
será o cálculo, isto é, o ouro,
pelo qual terão verdadeiro culto (4), por causa
dos bens materiais que pode proporcionar.
Então, as classes baixas dos cristãos
nos seguirão em nossa luta contra a classe
inteligente dos cristãos no poder, nossos
concorrentes, não para fazer o bem, nem mesmo
para adquirir a riqueza, mas simplesmente por
ódio dos privilegiados.
Notas e
comentários
(1) Kadmi-Cohen, "Nômades", págs.
152,153: "De modo geral, por toda a parte, os judeus
são republicanos. A república, que tende
ao nivelamento, foi sempre uma de suas mais caras
aspirações." - "Seu ódio de toda
autoridade dinástica ou pessoal, seu sincero
amor das instituições republicanas, sua
repulsa por toda injustiça acham sua
explicação no unitarismo, ideal de sua
raça." Ótimo! República para os
outros se esfacelarem; autocracia para o seu
domínio...
(2)Por isso,
declara E. Fleg. na "Antologie Juive", pág.
261: "O judaísmo orienta-se unicamente para o
futuro terrestre." Por isso, numa conferência
sob o patrocínio da loja La Parfaite Union, de
Mulhouse (França) a 26 de maio de 1927, dizia o
maçon senador Bréhier: "Durante dois
séculos, nossa mais perigosa inimiga foi a
Igreja". Por isso o judaísmo e a Igreja,
segundo Kadmi-Cohen, em "Nômades", pág.
181: "São dois contrários, duas
antinomias, dois blocos que se defrontam". Por isso o
"Rituel du 33ème. degré du Grand Orient
de France" declara: "Aniquilar o catolicismo contra o
qual todos os meios são bons".
(3) Diz o judeu
Kadmi-Cohen, "Nômades", págs. 88-89 "Tudo
no semita é especulação,
de idéias ou de negócios, e, sob este
último aspecto, que hino vigoroso não
canta ele à glorificação do
interesse terrestre!"
Batault diz em "Le problème
juif", pág.39: "Na finança, tudo se
concentrou em algumas mãos invisíveis,
tudo se trama no silêncio e na noite.
Cúmplices e solidários, os autores
são secretos e discretos. O instrumento
são as operações anônimas
da bolsa; compra e venda, venda e compra. Sob
ações invisíveis, os pratos da
balança do Destino oscilam.Contra a autoridade
tirânica, contra o domínio do
Econômico, é possível achar armas
- o coração dos homens e a alma dos
povos, mas deixam-nas enferrujar na
bainha..."
(4) O culto do
ouro pelo judeu começa na Bíblia, com a
adoração do Bezerro fundido por
Aarão. Desde a mais alta antiguidade, o judeu
cultiva e manobra o ouro. Por que razão os
judeus intentaram um processo ao pretor Flaccus?
(**Época do Império Romano**) Respondia
Cícero, seu advogado, no "Pro Flacco":
"Vendo que o ouro era, por conta dos judeus,
exportado todos os anos da Itália e de todas
as províncias para Jerusalém,
Flaccus proibiu por um édito a saída do
ouro da Ásia".
Bernard Lazare,
"L'Antisémitisme", vol I, pág. 174: "A
medida que se avança, vê-se com efeito,
crescer nos judeus a preocupação da
riqueza e toda sua atividade prática se
concentrar em um comércio especial, refiro-me
ao comércio do ouro.". Pág,.187 : "O
ouro deu aos judeus um poder que todas as leis
políticas e religiosas lhes recusavam...
Detentores do ouro, tornaram-se Senhores de seus
Senhores..."
Jack London, em "Le
peuple de l'Abime": "O ouro é o passaporte
do judeu".
CAPÍTULO
V
|
Resumo.-
Criação de forte
concentração
do
governo. Os modos da franco-maçonaria
se
apoderar
do poder. Por quê os Estados
não
conseguem
entender-se. "Pre-eleição" dos
judeus.
O
ouro é o motor de todos os
mecanismos
dos
Estados. Os monopólios no
comércio
e
na indústria. A importância da
crítica.
As
instituições "como são
vistas".
Cansaço
causado
pelos discursos. Como
tomar
conta
da opinião pública? A
importância da iniciativa privada.
O governo supremo.
|
QUE
FORMA de
administração se pode dar a sociedades
em que se por toda parte penetrou a
corrupção , em que somente se atinge a
riqueza por meio de surpresas hábeis que
são meias-velhacadas ; sociedades em que reina
a licença de costumes, em que a moralidade
somente se agüenta por causa dos castigos e leis
austeras, não por princípios
voluntariamente aceitos ; em que os sentimentos de
Pátria e Religião, são abafados
por crenças cosmopolitas? Que forma de governo
dar a essas sociedades se não a
despótica, que descreverei mais adiante?
Regularemos mecanicamente todos os atos da vida
pública de nossos súditos por novas
leis. Essas leis irão retomando uma a uma todas
as complacências e todas as liberdades
demasiadas concedidas pelos cristãos e nosso
reinado se assinalará por um despotismo
tão majestoso que estará em
condições, em qualquer tempo e lugar, de
fazer calar os cristãos que nos queiram fazer
oposição e que estejam descontentes.
Dir-nos-ão que o despotismo a que me refiro
não está de acordo com os progressos
modernos. Provarei o contrário.
Quando o
povo considerava as pessoas reinantes como pura
emanação da Vontade Divina, se submetia
sem murmurar ao absolutismo dos reis, porém
desde o dia em que lhe sugerimos a idéia de
seus próprios direitos, considerou essas
pessoas como simples mortais. A Unção
Divina caiu da cabeça dos reis, pois que lhe
arrancamos a crença em Deus; a autoridade
passou para a rua, isto é, para um logradouro
público, e nós nos apoderamos
dela.
Demais, a arte de governar as massas e os
indivíduos por meio de uma teoria e duma
fraseologia habilmente combinadas pelas regras da vida
social e por outros meios engenhosos, dos quais os
cristãos nada percebem, faz também parte
de nosso gênio administrativo, educado na
análise, na observação, em tais
sutilezas de concepção que não
encontram rivais, pois que não há
ninguém como nós para conceber planos de
ação política e de solidariedade.
Somente os Jesuítas nos poderiam igualar nesse
ponto, porém nós conseguimos
desacreditá-los aos olhos da plebe ignorante,
porque eles constituíam uma
organização visível, enquanto que
nós operávamos ocultamente por meio de
nossa organização secreta. Aliás,
que importa ao mundo o amo que vai ter? seja o chefe
do catolicismo ou nosso déspota do sangue de
Sião? Mas para nós, que somos o povo
eleito, a questão já não é
indiferente.
Uma
coligação universal dos (povos europeus)
cristãos poderia dominar-nos por algum tempo,
porém estamos garantidos contra contra esse
perigo pelas profundas sementes de
discórdia que já se não podem
mais arrancar de seu coração. Opusemos
uns aos outros os cálculos individuais e
nacionais dos cristãos, seus ódios
religiosos e étnicos, que há vinte
séculos cultivamos. É por isso que
nenhum governo encontrará auxílio em
parte alguma ; cada qual acreditará um acordo
contra nós desfavorável a seus
próprios interesses. Somos muito fortes e
é preciso contar conosco. As potências
não podem concluir o mais insignificante acordo
sem que nele tomemos parte.
Per me reges regnant - "por mim reinam os reis".
Nossos profetas nos disseram que fomos eleitos por
Deus mesmo para governar a terra. Deus nos deu o
gênio, a fim de podermos levar a cabo esse
problema. Embora surja um gênio no campo
oposto, poderá lutar contra nós, mas
o recém-vindo não valerá o velho
habitante ; a luta entre nós será sem
piedade e tal como nunca o mundo presenciou.
Além disso, os homens de gênio chegariam
tarde.
Todas as engrenagens do mecanismo governamental
dependem dum motor que está em nossas
mãos: esse motor é o ouro. A
ciência da economia política, inventada
por nossos sábios, mostra-nos desde muito tempo
o prestígio real do ouro.
O capital, para ter liberdade de ação,
deve obter o monopólio da indústria e do
comércio; é o que já vai
realizando a nossa mão invisível em
todas as partes do mundo (1). Essa liberdade
dará força política aos
industriais e o povo lhe será submetido.
Importa mais, em nossos dias, desarmar os povos do que
levá-los à guerra ; importa mais servir
as paixões incandescidas para nosso proveito do
que acalmá-las ; importa mais apoderar-se das
idéias de outrem e comentá-las do que
baní-las.
O problema capital do nosso governo é
enfraquecer o espírito público pela
crítica ; fazer-lhe perder o hábito de
pensar, porque a reflexão cria a
oposição ; distrair as forças do
espírito, em vãs escaramuças de
eloqüência.
Em todos os tempos, os povos, mesmo os mais simples
indivíduos, tomaram as palavras como
realidades, porque se satisfazem com a aparência
das coisas e raramente se dão ao trabalho de
observar se as promessas relativas à vida
social foram cumpridas. Por isso, nossas
instituições terão uma bela
fachada, que demonstrará eloqüentemente
seus benefícios no que concerne ao
progresso.
Nós nos apropriaremos da fisionomia de todos os
partidos, de todas as tendências e ensinaremos
nossos oradores a falarem tanto que toda a gente se
cansará de ouví-los.
Para tomar
conta da opinião pública, é
preciso torná-la perplexa, exprimindo de
diversos lados e tanto tempo tantas opiniões
contraditórias que os cristãos
acabarão perdidos no seu labirinto e
convencidos de que, em política, o melhor
é não ter opinião. São
questões que a sociedade não deve
conhecer. Só deve conhecê-las quem a
dirige. Eis o primeiro segredo. (2)
O
segundo, necessário para governar com
êxito, consiste em multiplicar de tal modo os
defeitos do povo, os hábitos, as
paixões, as regras de viver em comum que
ninguém possa deslindar esse caos e que os
homens acabem por não se entenderem mais aos
outros. Essa tática terá ainda como
efeito lançar a discórdia em todos os
partidos, desunindo todas as forças coletivas
que ainda não queiram submeter-se a nós;
ela desanimará qualquer iniciativa, mesmo
genial, e será mais poderosa do que os
milhões de homens nos quais semeamos
divergências. Precisamos dirigir a
educação das sociedades cristãs
de modo tal que suas mãos se abatam numa
impotência desesperada diante de cada
questão que exija iniciativa.
O
esforço que se exerce sob o regime da liberdade
ilimitada é impotente, porque vai de encontro
aos esforços livres de outros. Daí
nascem dolorosos conflitos morais,
decepções e insucessos. Fatigaremos
tanto os cristãos com essa liberdade que os
obrigaremos a nos oferecerem um poder internacional,
cuja disposição será tal que
poderá, sem as quebrar, englobar as
forças de todos os Estados do mundo e formar o
Governo Supremo.
Em
lugar dos governos atuais, poremos um espantalho que
se denominará Administração do
Governo Supremo. Suas mãos se estenderão
para todos os lados como pinças e sua
organização será tão
colossal que todos os povos terão de se lhe
submeterem (3).
_______________Notas
e comentários_______________
(1) G. Batault "Le
probleme juif", págs. 40-41: "É conveniente
notar que foi um banqueiro judeu-inglês, o
célebre economista David Ricardo, filho de um
judeu holandês, emigrado em Londres, em fins do
século XVIII, o inventor e o teorista duma
concepção puramente econômica do
mundo, que, hoje, o domina quase todo. O mercantilismo
político contemporâneo, os negócios
acima de tudo, os negócios considerados fim
supremo dos esforços humanos, provém
diretamente de Ricardo. Demais, o fundador do socialismo
científico, o judeu-alemão Karl Marx, se
colocou no próprio terreno de Ricardo, para
combatê-lo, aproveitando grande número de
suas concepções, de seus argumentos, de
suas teorias e conclusões. O laço
misterioso, a afinidade secreta que unem, apesar de tudo,
os mercantilistas e os negocistas puritanos aos
bolchevistas provém, em grande parte, de terem em
comum, embora tirando conclusões diferentes, a
mesma concepção e a mesma visão do
mundo, as quais são produtos essencialmente
semitas, saídos dos cérebros dos judeus
Ricardo e Marx. A concepção
místico-judaica da humanidade é comum ao
liberalismo puritano e ao socialismo dito
científico, do qual brotou o bolchevismo."
Por isso os judeus agem no
mundo em dois pólos opostos, que completam,
porém, sua obra de desagregação da
sociedades cristãs. O judeu Eberlin o reconhece na
pág. 51 de seu livro já citado: "O
cosmopolitismo do agiota torna-se o internacionalismo
proletário e revolucionário". Diz Bernard
Lazare que a "alma do judeu é dupla; dum lado
é o fundador do capitalismo industrial,
financeiro, agiota e especulador, colaborando para a
centralização dos capitais destinada a
destruir a propriedade, a proletarizar os povos e a criar
a socialização; do outro, combate o
capitalismo em nome do socialismo, isto é, da
socialização total." Pelos dois lados, os
judeus atingem o mesmo fim. Assim, segundo a
opinião do mesmo Bernard Lazare, a Rothschild
correspondem Marx e Lasalle. O judeu Kadmi-Cohen é
explícito quanto ao mesmo assunto, escrevendo que
Trotski e Rothschild "marcam as oscilações
do pêndulo judaico". (**Veja porque os comunistas
tiveram a revolução de 1917 financiada por
banqueiros ocidentais...**) O plano está
claramente delineado nos "Protocolos". Só os cegos
e os ignorantes ainda não o perceberam...
Há também quem não o queira
perceber...
(2) Essa obra de despistamento é realizada
sobretudo pela imprensa. Basta reparar como certos
jornais em consórcio ou associados manobram ou
manipulam a opinião pública em sentidos
diversos, quando sua direção geral é
única.
(3) Segundo o "Jewish Guardian" ("Sentinela Judaica") de
8 de outubro de 1920, o chefe sionista Dr. Caim
Weissmann, declarou no discurso com que saudou num
banquete o rabino Herz: "A nós, seu Povo Eleito,
Deus deu o poder de nos espalharmos sem dano; o que para
outros parece ser a nossa fraqueza é, em verdade,
nossa força, e, assim, atingimos ao Domínio
Universal. Só nos resta edificar sobre essa base."
Não é possível ser mais claro!
Em sua obra, na pág. 99,
Isidoro Loeb diz:"Os judeus tem tido esta alta
ambição de ver os gentios se agruparem em
torno deles, e se unirem sob o nome do verdadeiro Deus".
A idéia vem do fundo dos séculos,
acompanhando a trajetória da raça. O
filósofo judeu-alexandrino Philon escreveu no "In
Flaccum": "O castigo dos sofistas virá no dia em
que o Império Judeu, império da
salvação, for estabelecido no mundo."
Recorramos ainda ao erudito israelita do
"L'Antisémitisme", Bernard Lazare, no tomo I,
págs. 50-51: "Sem a lei, sem Israel, o mundo
não existiria, Deus o faria voltar ao nada; e o
mundo somente conhecerá a felicidade quando
submetido ao império universal dessa lei, isto
é, ao império dos judeus". Como
consequência disso, assegura B. Lazare: "Essa
fé em sua predestinação, em sua
eleição, desenvolveu nos judeus um orgulho
imenso. Passaram a considerar os não-judeus com
desprezo e mesmo com ódio" (Tomo I, pág.52)
(** Basta ver o que está escrito no Talmud.
Veja o que falam sobre os não-judeus**)
O imparcial Batault, referenda essas
afirmações judaicas: "Os judeus perduram,
assim, através da miragem da idade do ouro, da era
nova, dos tempos messiânicos, em que o mundo
viverá em alegria e paz, submetido a Iavé,
escravizado pela lei, sob a direção
sacerdotal, eleito pela Eternidade, amadurecido pela
experiência, à espera dessa hora
única." ("Le probleme juif", pág. 104). "O
sonho internacionalista do judeu é a
unificação do mundo pela lei judaica, sob a
direção e domínio do povo
sacerdotal" (pág. 155)
É de estarrecer a coincidência constante
entre o espírito do judaísmo, confessado
pelos próprios judeus, e o texto dos "Protocolos".
Como duvidar de sua autenticidade diante dessa
confrontação e da
realização do que nele se
profetiza?
CAPÍTULO
VI
|
Resumo.-
Os monopólios ; as fortunas dos
cristãos dependem desses
monopólios. A aristocracia privada
de riqueza territorial.O comércio, a
indústria e a
especulação.
O luxo. A
alta do salário e o encarecimento dos
gêneros de primeira necessidade. A
anarquia e a embriaguez. O
sentido
secreto da
propaganda das teorias
econômicas.
|
- CRIAREMOS
em breve enormes monopólios, colossais
reservatórios de riquezas, dos quais as
próprias fortunas dos cristãos
dependerão de tal modo que serão por
eles devoradas, como o crédito dos Estados no
dia seguinte a uma catástrofe
política... (1)
Os senhores economistas aqui presentes devem
considerar a importância dessa
combinação!....
Precisamos desenvolver por todos os meios
possíveis a importância de nosso Governo
Supremo representando-o como protetor e remunerador de
todos os que se lhe submetam voluntariamente.
A aristocracia dos cristãos desapareceu como
força política e não temos mais
que contar com ela; porém como
proprietária de bens territoriais,
poderá prejudicar-nos na medida da
independência de seus recursos. É
preciso, portanto, arrancar-lhe as suas terras. O
melhor meio para isso é aumentar os impostos
sobre seus bens de raiz, a fim de endividar a terra.
Essas medidas manterão a propriedade
territorial num estado de absoluta
sujeição. (2)
Como os aristocratas cristãos não sabem,
de pais a filhos, se contentar com pouco, serão
rapidamente arruinados.
Ao mesmo tempo, devemos proteger fortemente o
comércio e a indústria, sobretudo a
especulação, cujo papel é servir
de contrapeso à indústria; sem a
especulação, a indústria
multiplicaria os capitais privados e melhoraria a
agricultura, libertando a terra das dívidas
criadas pelos bancos rurais. É
necessário que a indústria tire à
terra o fruto do trabalho, como o do capital , que nos
dê, pela especulação, o dinheiro
de todo o mundo: lançados, assim, às
fileiras dos proletários, todos os
cristãos se inclinarão diante de
nós para terem ao menos o direito de viver.
(3)
Para arruinar a indústria dos cristãos,
desenvolveremos a especulação e o gosto
do luxo, desse luxo que tudo devora. Faremos subir os
salários, que, entretanto, não
trarão proveito aos operários, porque
faremos, ao mesmo tempo, o encarecimento dos
gêneros de primeira necessidade, devido, como
apregoaremos, à decadência da agricultura
e da pecuária (4); demais, habilmente e
profundamente subverteremos as fontes de
produção, habituando os operários
à anarquia e as bebidas alcoólicas (5),
recorrendo a todas as medidas possíveis para
afastar da Terra os cristãos
inteligentes.
Para impedir que essa situação seja
vista prematuramente sob seu verdadeiro aspecto,
mascararemos nossos verdadeiros desígnios com o
pretenso desejo de servir às classes
trabalhadoras e de propagar os grandes
princípios econômicos que atualmente
ensinamos.
_______________Notas
e
comentários_______________
(1) O que se
passou no mundo moderno, depois do aparecimento dos
"Protocolos" autentica o plano judaico. Como poderiam
adivinhar? Os monopólios, os trustes, os
cartéis, os açambarcamentos
multiplicaram-se por toda a parte e os jogos
financeiros devoraram os créditos de todos os
Estados. Basta ler o formidável e
documentadíssimo livro "La fin du capitalisme",
de Fernand Fried, com prefácio do judeu Daniel
Halévy, Edição Bernard Grasset,
Paris, 1932, para verificar como as
idéias-dinheiro criaram o capital e quais seus
resultados: distribuição desigual de
rendas e oligarquias financeiras, a tragédia
das massas, o socialismo, o marxismo, a crise, a
paralisia e o endividamento dos Estados, tudo o que
decorre dos "Protocolos"...
(2) Esta parte do plano tem sido visibilíssima.
Basta observar como por toda a parte, sem o menor
estudo sério das realidades e
condições locais, se grita contra o
latifúndio, e, ao menor surto
revolucionário, se trata de distribuir as
terras.Examine-se o aumento constante dos impostos
sobre os bens de raiz em qualquer nação
do mundo e se ficará assombrado da maneira como
o judaísmo-maçônico sugere aos
legisladores e governantes todas as medidas que deseja
por em prática. Fernand Fried, tratando da
crise moderna (**de 1929**), diz, por ignorar a
questão judaica (?), que nela, crise,
"não há erro, mas fatalidade". Com
efeito, o plano oculto é tão
diabólico que se transformou para os povos
cristãos num novo destino.
(3) Tudo o que aí está:
separação dos interesses da
indústria e do comércio dos interesses
da terra, estiolamento e garroteamento da agricultura,
especulação, luxo desbragado, tudo isso
temos visto e estamos vendo.
(4) É o círculo vicioso de que fala F.
Fried, op. cit. pág.122 : "Vemos, na economia
mundial, que se |